
Todos sabem os resultados dessas eleições que marcaram a história política do Rio Grande do Norte. Os tidos como vitoriosos foram todos derrotados. Eles tinham a preferência do eleitorado — alguns sustentados por pesquisas artesanais, outros por números oficiais. Nada adiantou. No fim, Djalma Marinho, considerado eleito em 1960 contra Aluízio Alves, tombou. Geraldo Melo, que seria derrotado por João Faustino, não resistiu. E Carlos Eduardo Alves, disparado nas pesquisas, chegou ao ponto de renegar o apoio decisivo de Álvaro Dias — e pagou o preço.
O certo é que hoje Alysson Bezerra se apresenta como líder nas pesquisas, mas já dá sinais claros de que está descambando para baixo. É o primeiro alerta de que pode acontecer com ele exatamente o que se viu no passado: favoritismo de véspera que evapora quando a disputa esquenta de verdade.
RP