
A projeção financeira para 2026 acendeu um alerta no Estado: a folha de pagamento do funcionalismo pode “explodir” nos próximos meses, saltando dos atuais R$ 900 milhões para algo em torno de R$ 1,3 bilhão. O aumento repentino pressionaria fortemente as contas públicas, reduzindo a capacidade do governo de investir e até mesmo de manter o funcionamento básico da máquina estadual.
Caso a governadora Fátima Bezerra decida deixar o cargo para disputar o Senado, o vice-governador Walter Alves assumiria o comando justamente nesse cenário delicado. Ele herdaria uma administração com forte impacto do crescimento da folha, exigindo medidas imediatas de controle e ajuste para evitar colapso financeiro.
A situação preocupa técnicos da área econômica, que apontam que o peso do funcionalismo — já elevado — pode atingir um patamar crítico no próximo ano, comprometendo o equilíbrio fiscal e limitando políticas públicas.
RP