
Quando Jair Bolsonaro disse, “Se eu for preso, continuem! Não parem”, em cima de um trio elétrico em Copacabana em março de 2025, ele não falava por bravata.Falava para uma base que entende a política fora dos gabinetes e que sabe que mudança real não nasce de decisões judiciais, mas da pressão popular. O tempo passou, e a resposta veio.
A caminhada de Nikolas Ferreira até Brasília, neste domingo, é a prova prática de que o bolsonarismo segue vivo, organizado e disposto a ocupar as ruas. Sem estrutura estatal, sem a máquina a favor, o movimento mostrou força, engajamento e capilaridade. Foi a rua dizendo que não aceita ser empurrada para o silêncio.
Enquanto o sistema apostava no cansaço da direita, o que se viu foi o contrário. Mobilizaç