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Após Trump anunciar revelações sobre OVNIs, você sabia que Mossoró já apareceu em relato oficial?

Foto: Reprodução IA
O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que pretende divulgar novas informações confidenciais sobre fenômenos extraterrestres reacendeu o debate mundial sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). Poucos dias após a repercussão internacional, um dado chamou atenção no Brasil. Mossoró aparece em registros oficiais de avistamentos comunicados à Aeronáutica.Documentos inéditos divulgados pelo Arquivo Nacional revelam que o Comando da Aeronáutica recebeu ao menos 26 relatos de avistamentos de OVNIs em 2024. Entre eles está um episódio ocorrido no dia 9 de agosto de 2024, nas proximidades de Mossoró, no Rio Grande do Norte, conforme divulgado pela CNN Brasil.
Relato feito por pilotos

Segundo o registro oficial, pilotos relataram a presença de um objeto muito rápido, com luzes vermelhas e azuis, próximo ao município potiguar. O fenômeno foi comunicado à Força Aérea Brasileira (FAB) dentro do protocolo padrão de segurança aérea.

De acordo com os documentos, o objeto apresentava características incomuns, como deslocamento incompatível com aeronaves convencionais e ausência de identificação nos radares de controle de tráfego aéreo.
Casos semelhantes em outros estados

Além do episódio no Rio Grande do Norte, os arquivos indicam uma variedade de ocorrências em diferentes regiões do país, com descrições que envolvem formatos variados, luzes coloridas e movimentos abruptos.

Em Pernambuco, por exemplo, um caso registrado em 5 de maio de 2024 relata que um piloto visualizou “tráfego deslocando-se da esquerda para a direita, emitindo luzes brancas e vermelhas”. O comandante chegou a solicitar autorização da torre para aumentar a razão de subida da aeronave a fim de evitar possível colisão. O objeto, no entanto, não foi captado por radar.
Protocolo oficial

A FAB esclarece que registros dessa natureza não significam, necessariamente, confirmação de atividade extraterrestre. Os casos são classificados como fenômenos aéreos não identificados e passam por análise técnica.

O procedimento é centralizado no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), órgão responsável por avaliar ocorrências envolvendo segurança do espaço aéreo brasileiro.

Enquanto nos Estados Unidos cresce a expectativa pela divulgação de novos documentos prometidos por Trump — tema que já havia sido comentado anteriormente pelo ex-presidente Barack Obama ao admitir que não descarta a existência de fenômenos ainda não explicados —, no Brasil os registros oficiais reforçam que o assunto segue sob investigação técnica, inclusive com ocorrências relatadas no interior do Rio Grande do Norte.

Blog Ismael Sousa
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