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CONTAS PIORAM E PRESSÃO CRESCE: Gestão Haddad deixa marcas nas finanças do governo Lula

Foto: Ricardo Stuckert

A passagem de Fernando Haddad pelo comando do Ministério da Fazenda termina sob críticas após indicadores fiscais apontarem deterioração das contas públicas durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.Dados recentes mostram piora em diferentes métricas usadas para medir a saúde fiscal do país. Entre elas estão o déficit estrutural, a dívida líquida, a dívida bruta, o chamado “colchão da dívida” — reserva para pagamento de compromissos — e também o volume de restos a pagar acumulados no orçamento federal.

A dívida líquida chegou a 65% do PIB em janeiro de 2026, o maior nível da série histórica iniciada em 2006. Já a dívida bruta atingiu 78,7% do PIB, crescimento expressivo em comparação com o fim do governo de Jair Bolsonaro, quando o indicador estava em 71,7%.

Outro ponto de atenção é a redução do chamado colchão da dívida, indicador que mede a capacidade do governo de honrar compromissos no curto prazo. A reserva disponível para pagamento caiu o equivalente a um mês e meio desde o início da atual gestão econômica.

Apesar das críticas, o Ministério da Fazenda afirma que utiliza metodologia diferente da Instituição Fiscal Independente para calcular parte dos indicadores e sustenta que a trajetória fiscal ainda aponta para estabilização da dívida no longo prazo.

Com informações do Poder360

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